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Tendências de Marketing Digital para 2017

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Tendências de Marketing Digital para 2017

SEIS TENDÊNCIAS QUE DEVE TER EM CONTA

por Ana Cristina Leitão marketing digital, novidades marketing digital, tendências 2017, tendências marketing digital


Progressivamente os marketeers, a nível digital, olham menos para ao ‘achómetro’ e olham mais para factos.


Antigamente as empresas que confiavam, confiavam cegamente nas agências de comunicação e marketing. O marketing digital veio mudar tudo, pois ao contrário de um outdoor ou um mupi, campanhas de publicidade online e plataformas na internet permitem obter resultados mensuráveis, estando o marketing a progredir para ser cada vez mais científico.


Tendo em conta isto, a constante mutação e necessidade de adaptação das várias plataformas online, não se podia deixar passar a épica altura e tempo de renovação que marca o início do ano com a checklist de novas tendências para 2017 a nível de marketing digital.


Então através de estudos, como o da Ericsson das tendências de consumo para 2017, e da Smart Insights, sobre as top técnicas de marketing online, e do contacto com os experts mundiais em eventos como o Websummit que se passou em Lisboa em 2016, verificam-se as seguintes principais tendências.


TOP 6 tendências Digitais para 2017


1. O Conteúdo volta a ser Rei.. Mas mais rico!

Sim, muita gente pensa que com o boom das redes sociais o blogging passou à vida, mas isto era a mesma coisa que dizer que agora se passava a ir a um restaurante, e que ao escolher do menu o belo naco de bife, vinha apenas um pedacinho de carne num pires, para amostra. As redes sociais são o local onde se publica a ponta do iceberg do conteúdo. A parte rápida e resumida que desperta a atenção. O artigo do blog traz o resto da ‘guarnição’.


O importante é perceber que, com toneladas de conteúdo por aí, cada artigo tem de ser cada vez mais relevante, mais segmentado para públicos-alvos específicos, original e dinâmico – já não basta texto e são necessários complementos como gifs animados, videos, imagens, conteúdos relacionados e interativos, que enriquecem ainda mais os artigos e ajudam na conquista de novas audiências.




2. Converter, Automatizar e Otimizar

Hoje em dia as empresas, exigem mais das agências e já não se contentam com o número elevado de impressões ou cliques, se não perceberem completamente a sua utilidade e retorno final – por isso o que importa hoje e importará cada vez mais em 2017? Conversão!


Em marketing digital já se fala de leads, conversão e técnicas de Inbound Marketing há bastante tempo, mas tem sido difícil fazer chegar este conceito às PMEs, até pela sua aparente complexidade.


A verdade é que tanto o papel do marketeer, como do dono da empresa ou gerente, são fundamentais em cada passo do processo de compra e para a estratégia de marketing online. Logo, é essencial perceber o posicionamento e objetivo, para escolher as soluções digitais mais adequadas a cada empresa. Muitas vezes há que trabalhar a notoriedade, conseguir a atenção e o benefício da dúvida dos seus potenciais clientes, antes de sequer pensar em angariar contactos!


Já alguma vez passou na rua, viu um estranho, parou e deu-lhe o seu contacto sem razão aparente e sem se apresentar primeiro? Ora aí está, provavelmente não.


E mesmo depois da fase do conhecimento, tem de haver a garantia de que o contacto, pergunta ou pedido seja ouvido e tratado com rapidez e eficiência.


Para melhorar ainda mais este processo, diminuir os custos e conseguir maior qualificação destes contactos, o que vem aí sem dúvida e a galope como tendência atual, são as ferramentas de automação e o CRO – Conversion Rate Optimization.


De que serve angariar cliques se não dão em contactos? De que serve angariar contactos que não dão em vendas? A otimização da taxa de conversão consiste em medir, analisar, implementar, identificar barreiras no funil de conversão e voltar a testar.


Curiosidade #1: Sabiam que dois em cada cinco utilizadores acreditam que os smartphones vão conseguir identificar diversos hábitos diários dos utilizadores e começar a efetuar algumas tarefas de forma automática?


3. Big data e Artificial Inteligence

Muitos dados não trabalhados = muito sarilho! Mas quando juntamos à equação Inteligência artificial o caso muda de figura: muitos dados bem operados automaticamente e sem intervenção humana = mais tempo para se dedicar a outras tarefas! Aqui tem-se a ligação ideal com o ponto 6 da Internet das Coisas, quando pensamos em robôs inteligentes, que podem vir a ser uma peça fundamental no nosso quotidiano.





4. AR e VR – Realidade Aumentada e Realidade Virtual

Já se previa depois do que se experienciou no Websummit que esta fosse umas das revelações para 2017, mas sinceramente, e apesar de já ser tecnologia disponível para determinados nichos, acho que temos aqui um caso semelhante ao mobile.. Durante anos se falou que esse ia ser o ano do mobile, e não foi.. até que foi! E até mesmo de realidade virtual já se fala há uns bons anos. Prevejo sim que em 2018 ou 2019 estejamos mais perto da massificação, mas até lá teremos as tentativas/erro como ‘Pokémon Gos’, entre outros. De qualquer modo os primeiros passos estão dados.


Curiosidade #2: Sabiam que 3 em cada dez inquiridos prevê que vão necessitar de comprimidos para o enjoo, já que uma em cada três pessoas fica indisposta quando utiliza um dispositivo de realidade virtual?



5. Vídeo e Livestreaming

Já se dizia no tempo que surgiu o Youtube, que já tem mais anos do que aparenta, que vídeo agora é que era. Era não, foi e é! Desde a loucura ‘Youtubers’, que quase pode ser chamada de uma nova profissão, até ao Livestreaming, vem ainda muito ‘filme’ pela frente. Temos o Youtube Live, Ustream, Insta Stories em Direto, Facebook Live, e ainda redes sociais que misturam o vídeo com animação como o Snapchat. Temos calls-to-action em vídeos, antes, durante e no fim. Temos vídeos incorporado em sites, em marketing boxes, em formato de publicação, a sincronizar com a TV, a lista é infindável! Mas com a imaginação fértil dos empreendedores da era Milennials, tenho a certeza que muito mais virá aí.


6. IoT – Internet das Coisas

A Internet of things ainda mal começou. O Google despertou-nos para esta realidade e bem, porque cada vez mais temos ‘wereables’, ou objetos com utilidade, ligados à internet e entre si. Melhor do que isto para facilitar a vida do dia a dia impossível. Levante o braço – ou escreva um comentário neste caso – quem consegue viver já sem um GPS? E digam se não faziam a a Bimby passar à história se esta desse lugar na vossa cozinha à Moley, um verdadeiro robôt que nos substitui a cozinhar, com ligação a receitas de chefs online?





Curiosidade #3: Sabiam que um em cada quatro sentir-se-ia mais seguro a atravessar a estrada se os carros fossem autónomos. 65% preferia ter um destes carros em vez dos tradicionais?


A verdade é que não há tendência que não cai em desuso e um dia já não estaremos a falar do Facebook ou até mesmo do Google, mas há algo que permanecerá sempre indiscutível: o consumo. Consumimos com os olhos, com as mãos, com a boca, os ouvidos e até a mente. Por isso enquanto existir mundo, oportunidade, gente com capacidade e 5 sentidos, existirão pessoas como nós Marketeers, e outros especialistas de outras áreas, a falar das tendências para o ano seguinte.



Não concordam com alguma destas tendências ou acredita que outras têm igual ou maior importância? Comentem e partilhem connosco as vossas ideias!

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